quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Quem nunca teve dúvidas existenciais que atire a primeira pedra, mouse, caneta, ou o que tiver em mãos.

Pois é, bem achei que ninguém fosse atirar nada.

O que acontece quando paramos e nos damos a liberdade de dispender alguns minutos do dia nos questionando sobre o decorrer dos fatos em nossas vidas e a lógica da sua sequência? Ao pararmos para pensar vemos que muitas coisas estão do jeito que gostaríamos/pretendíamos que estivessem. Outras, não tínhamos idéia de que ocorreriam, gerando, por vezes, um certo [des]conforto. E as demais estão de um jeito que nunca imaginaríamos encontrar.

O que fazer, como contingência?

Sair correndo, pegar carona no próximo foguete rumo à Lua e tentar acreditar que o que você não queria ver não existirá mais quando voltar a solo terreno não é a melhor alternativa.

Seguindo conselhos de Steve Jobs: "Stay hungy. Stay foolish.", se há alguma coisa fora do lugar, só nos resta uma solução, ter força e vontade de mudar.

Mesmo assim, o contentamento não será total. Afinal, o grande mal da humanidade é nunca ser feliz, é sempre procurar o que falta para atingir a perfeição, segundo filosofias platônicas - literalmente.


Creio que o primeiro passo é não esperar nada de ninguém. Nem mesmo de algumas pessoas com quem você conta. Não se pode contar 100% em uma pessoa.




2 comentários:

Erick disse...

Não se pode confiar nem em você mesmo.

Fiorito disse...

I believe in life BEFORE death...